segunda-feira, 2 de junho de 2014

OS PILARES DA EDUCAÇÃO

Os quatro pilares da educação - Aprender a CONHECER a CONVIVERr a FAZER a SER



Segundo a UNESCO e Bernardo Toro

Aprender a CONHECER
  • Domínio da leitura e da escritas
  • Capacidade de receber criticamente os meios de comunicação
  • Aprender a acessar informações
  • Valorizar o conhecimento e o saber social
  • Desenvolver habilidades para a vida cotidiana
  • Ter condições de compreender e operar o seu entorno social
  • Aprender a zelar pela saúde
  • Ser capaz de calcular e de resolver problemas
  • Domínio da língua oral

Aprender a CONVIVER
>>>Aprender a aproximar-se dos outros
>>>Aprender a ouvir o outro
>>>Aprender a propor sem impor
>>>Aprender a lidar com as diferenças
>>>Aprender a ceder sem se sentir perdedor
>>>Aprender a administrar conflitos
>>>Aprender a compatilhar outros modos de pensar, sentir, atuar
>>>Aprender a buscar a unidade na diversidade
>>>Desenvolver soliariedade e cooperação

Aprender a FAZER
** Formação profissional
** Desenvolver comportamentos sociais
** Aptidão de trabalhar em equipe
** Aptidão de decidir em grupo
** Aprender a gerir e resolver conflitos
** Boa articulação verbal
** Espírito de iniciativa
** Flexibilidade
** Criatividade

Aprender a SER
>> Aprender a se conhecer
>> Aprender conhecer o mundo que o rodeia
>> Aprender a perceber os outros
>> Relacionar-se com o outro de modo responsável e justo
>> Aprender a lidar com forma construtivista com suas potencialidades e limite
>> Ser capaz de elaborar pensamentos autônomos e críticos
>> Aprender a lidar com os sentimentos
>> Respeitar a vida
>> Ser capaz de viver a própria intimidade
>> Respeitar a vida íntima dos outros

terça-feira, 8 de abril de 2014

Pascoa Feliz dia 17 de Abril 2014


Pascoa Feliz

ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL (ONG) RESPONSÁVEL:

Associação Brasileira de Preservação da Capoeira Aliança 
SEDE: Av. Nordestina 2582 , S. Miguel Paulista (SP).
  É uma entidade sem fins lucrativos que há mais de 05 anos vem contribuindo d maneira significativa para as comunidades de baixa rende onde a a vulnerabilidade social tem seus níveis mais alto. 
  Solicitamos  a colaboração para que possamos realizar esta linda festa.
As  doações poderão ser entregue na CEI Tecendo o saber. Cid. Tiradentes ou entre em contado.
Sua doação será grande valia para este projeto Salientamos, que toda a contribuição será bem-vinda, e desde já agradecemos seu apoio, fundamental para o sucesso deste trabalho.

Fone: 20163399     

www.aliancacapoeira.org
 http://ceitecendoosaber01.blogspot.com.br/2014/01/cei-tecendo-o-saber-i.html 
https://www.facebook.com/pages/Associação-Brasileira-de-Preservação-Aliança-Capoeira/1406643439556933.
E-mail: aliancacapoeirabr@gmail.com

 Conta corrente Banco do Brasil:   agencia: 1530-X  , Conta Corrente: 63186-8



Associação Brasileira de Preservação da Capoeira Aliança

REFLEXÂO: MAIOR POPULAÇÃO NEGRA DO PAÍS É A MAIS DISCRIMINADA

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Maraná a Dança da Guerra

Maraná a Dança da Guerra
As cartas do escrivão Francis Patris, que acompanhava o cortejo do príncipe Mauricio de Nassau durante a invasão Holandesa, descreve entre muitos obstáculos para a ocupação do território brasileiro a resistência dos Habitantes do Brasil.
Negros comandados por Henrique Dias, portugueses por Vidal de Negreiros, Índios Potiguares comandados por Felipe Camarão, o “Ìndio Poti”. Esses índios usavam durante o confronto, alem de flechas borduna, lanças e tacapes, os pés e as mãos desferindo golpes mortais, destacando-se por sua valentia e ferocidade.
Pertencia a cultura potiguara a dança e guerra Maraná, que avaliava o nível de valentia. Em círculos, os guerreiros com perneiras de conchas compunham um compasso ao bater com os pés e as mãos, invocando seus antepassados, acompanhado de atabaques de troncos com pele de Anta, chocalhos e marimbas, em quanto que dois guerreiros se confrontavam ao centro com golpes de pernas, cotoveladas e movimentos que imitavam os animais.
Origem: 
Editado por Professor: UTI 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Educador Social no Brasil

Projeto de Lei cria profissão de educador social no Brasil



Projeto de lei apresentado esta semana pelo deputado federal Chico Lopes (PCdoB) estabelece a criação da profissão de educador social no Brasil. A profissão possui profundo caráter social e engloba os profissionais envolvidos em atividades educativas fora do âmbito escolar tradicional, beneficiando, por exemplo, pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade social, violência e exploração física ou psicológica. "Uma vez que a o projeto se transforme em lei, haverá um grande e concreto benefício para milhares de brasileiros que já atuam como educadores sociais e passarão a ter sua profissão reconhecida formalmente", destaca Chico Lopes.

Entre outras atividades em que podem atuar os educadores sociais, estão a preservação cultural e promoção de povos e comunidades, a defesa de segmentos sociais prejudicados pela exclusão social (mulheres, crianças, adolescentes, negros, indígenas e homossexuais), a realização de atividades sócio-educativas, em regime fechado, semiliberdade e meio aberto e a realização de programas e projetos educativos destinados à população carcerária.


Outras frentes de atuação são o apoio a pessoas portadoras de necessidades especiais, o enfrentamento à dependência de drogas, atividades sócio educativas para terceira idade, promoção da educação ambiental e da cidadania, da arte-educação, de manifestações folclóricas e culturais, além do trabalho em associações comunitárias e conselhos tutelares.


Pelo projeto de lei apresentado por Chico Lopes, o Ministério da Educação (MEC) passará a ser responsável pela elaboração e regulamentação da Política Nacional de Formação em Educação Social. O nível de escolarização mínima para o educador social será o Ensino Médio. 


O projeto prevê ainda que os governos federal, estaduais e municipais adequem para a denominação de "educador ou educadora social” os cargos atualmente ocupados por profissionais com esse campo de atuação, criando os respectivos Planos de Cargos e Carreiras.


Justificativa


Justificando a apresentação do projeto, Chico Lopes chama atenção para a necessidade de reconhecimento formal desses importantes profissionais, cuja atuação já encontra citação legal desde a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Outros marcos na luta pela regulamentação da profissão foram o XVI Congresso Internacional de Educadores Sociais, realizado em 2005, em Montevidéu, no Uruguai, e os Encontros Estaduais de Educadores Sociais promovidos em vários estados brasileiros. 


Entre outros países que participam de um movimento internacional pelo reconhecimento da profissão estão nações como Alemanha, França, Canadá, Holanda, Itália e Suíça. Outro dado relevante é a abertura de concursos públicos para provimento de cargos de educadores e educadoras sociais, que já vêm acontecendo, em pelo menos 100 municípios de 21 Estados no Brasil. 


"A criação da profissão de Educador e Educadora Social, além de valorizar estes agentes que tanto contribuem para o enfrentamento da dívida social brasileira, pode suscitar importantes debates acerca da educação no seu sentido mais pleno, com a abrangência que lhe dá o Artigo 1º da LDB, atendendo a necessidades sociais de nosso tempo", reforça Chico Lopes.


  

Fonte: Ass. Imprensa - Dep. Fed. Chico Lopes - PCdoB-CE
Projeto de Lei Nº 5346 em PDF - Clique

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

( INTOLERÂNCIA RELIGIOSA) Muita gente ainda é hostilizada pelo preconceito e pela intolerância religiosa.

Apenas 0,49% da população de Salvador, considerada a cidade mais negra do país, se declara adepta das religiões afros
 

Adriana Jacob
 
Mãe Carmen do Gantois diz que muitos filhos do candomblé não se assumem como tal
Caribe Pouca gente sabe, mas a cidade gaúcha de Rio Grande é o município brasileiro onde mais pessoas afirmam ser adeptas de religiões afro-brasileiras. O dado consta no estudo Retrato das religiões do Brasil, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na pesquisa, Salvador, que costuma ser considerada uma espécie de Meca quando o assunto são as religiões de matriz africana, aparece numa modesta 172a posição.
É isso mesmo. Menos de 1% dos soteropolitanos se declaram adeptos de religiões afro-brasileiras. No percentual exato, 0,49% da população da cidade mais negra do Brasil afirma crer na religião dos orixás, inquices e voduns. Entre os 5.507 municípios pesquisados, a capital baiana perde no item em questão para 171 localidades. No ranking das "dez mais", aparecem lugares de muito menos visibilidade, como Dezesseis de Novembro (RS), Carnaubeira da Penha (PE) e Divino de São Lourenço (ES).
O estudo, feito através do processamento dos microdados do Censo Demográfico 2000, causou polêmica entre babalorixás, ialorixás, e pesquisadores baianos. "Isso para mim não é surpresa nenhuma. Nossos ancestrais mascararam a religião, colocaram santos de igreja no lugar dos orixás, tiveram que negar sua origem. Isso se infiltrou no sangue e na mente de seus descendentes até hoje. Os próprios filhos do candomblé não se assumem como tal. Eu não condeno ninguém, são os resquícios da escravidão", afirma mãe Carmen Oliveira da Silva, ialorixá do Terreiros do Gantois, casa fundada em 1849.
Ela conta a história de uma adolescente que teve a foto publicada no jornal, associada a um terreiro. "Quando perguntaram na escola, ela disse que não era ela, negou. Muita gente não assume que é do candomblé, mas você vai numa festa para orixás e a casa está cheia", diz a sacerdotisa.
"Como o negro e sua cultura foram por demais desvalorizados, o que ocorre é que muitas pessoas preferem dizer que são da Igreja Católica. No fundo, é o racismo, a vergonha de sua condição de afro-brasileiro. Ainda existem aquelas pessoas que querem disfarçar", analisa a escritora, advogada e agbeni Xangô do também tradicional terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, Cléo Martins. "Já no Rio Grande do Sul, onde mais pessoas afirmam ser adeptas, a maioria é branca, então eles não têm essa crise de identidade".
O presidente da Fundação Palmares do Ministério da cultura e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Ubiratan Castro de Araújo, questiona a metodologia da pesquisa. "Se você perguntar qual a religião de uma pessoa na Bahia, a maioria ou não sabe, porque tem uma religião muito aberta, composta por várias coisas - ela vai no candomblé, na igreja, no centro espírita e na messiânica - ou diz que é católica porque foi batizada. A pesquisa em si é algo discutível, eu questiono essa metodologia porque ela não consegue perceber esse fenômeno sentido na Bahia", analisa o historiador.
Ele cita a si próprio como exemplo: "Eu integro a Irmandade do Rosário dos Homens Pretos, no Pelourinho, e vou me tornar ogã de Obaluaê de um terreiro. A minha religião é de dupla pertença, ligada aos negros católicos e à tradição afro. O ideal então seria perguntar quais são suas religiões, no plural", afirma.
Cléo Martins considera que, entre algumas pessoas existe uma síntese entre o candomblé e o catolicismo. "O coração da gente é livre, mas essas pessoas que são realmente praticantes das duas religiões jamais vão declarar que são adeptas das religiões afro-brasileiras", opina a agbeni Xangô, que é responsável pelo Alaiandê Xirê do Afonjá.
Em algumas situações, a discriminação chega a se concretizar. O babalorixá Balbino Daniel de Paula conta que uma das suas filhas-de-santo perdeu o emprego depois que a fotografia dela, vestida com roupas do candomblé, apareceu em um jornal. "Ela tinha um bom emprego num escritório, mas depois disso foi demitida", conta Balbino, que o responsável por outro respeitado terreiro, o Ilê Axé Opô Aganju, em Lauro de Freitas.
Na opinião do antropólogo e ogã de um dos mais antigos terreiro de Salvador, a Casa Branca, Ordep Serra, muita gente ainda é hostilizada pelo preconceito e pela intolerância religiosa. "Em Salvador e região metropolitana, a gente tem mais de dois mil terreiros, não é possível que o número de adeptos seja tão pequeno. Essas estatísticas não trazem a realidade. Acho que muita gente não se declara como praticante do candomblé até por influência africana, onde não existe essa coisa excludente de ser apenas de uma religião".



Temos a infelicidade de viver em uma sociedade onde as pessoas não podem escolher suas religiões, pois temos religiões que se colocam como a Correta e ainda como a salvadora onde qualquer outra seja coisa satânica. 
Professor: UTI ALIANÇA-CAPOEIRA